De sacrifício em sacrifício,
Burlo os meus limites.
Afasto da costa,
Levo uma coça de criar vermelhão.
Na roça, luziam lampião e lamparina
E o pretume sujava o nariz.
Na cidade, faço polir os olhos.
Me embrenho nos asfaltos. Me ralo.
Me jogo, me lanço, me trago.
Sobrevivo do Norte ao Sul
Como alça de cangaço.

