Hoje era um dia que o meu corpo não queria levantar da cama. Só saí do ninho porque tinha marcado horário no salão de beleza para dar um jeito no cabelo e tals.Eu já estava há um tempinho sem cuidar de mim mesma.
Levantei num impulso só. Se dependesse do meu corpo e cérebro, ficaria aninhada o dia todo.
Cheguei no salão, cumprimentei a todos e esperei a hora de ser atendida. A proprietária, que já me conhecia, enquanto trabalhava no meu cabelo, disse que eu estava diferente e abatida. Pensei: 'Como assim...abatida?Eu sou uma pessoa alegre, contadora de histórias' e não gostei do que ela falou! Eu achava que estava agindo como sempre agi!
Levantei num impulso só. Se dependesse do meu corpo e cérebro, ficaria aninhada o dia todo.
Cheguei no salão, cumprimentei a todos e esperei a hora de ser atendida. A proprietária, que já me conhecia, enquanto trabalhava no meu cabelo, disse que eu estava diferente e abatida. Pensei: 'Como assim...abatida?Eu sou uma pessoa alegre, contadora de histórias' e não gostei do que ela falou! Eu achava que estava agindo como sempre agi!
Pronto. Não gostei daquela colocação. Ela tocou num ponto preocupante e comecei a refletir, lá mesmo, se eu estava recebendo a visitinha da maldita depressão de novo. Ah, isso não!
Voltei para casa com o cabelo e sobrancelha feitos e ainda pensativa. Resolvi ocupar-me dos afazeres da casa, coloquei minhas músicas preferidas para tocar num tom um pouco mais alto do que o normal para minha audição. Num determinado momento, senti uma angústia no peito e meu corpo tremer, mas continuei com aspirador de pó em punho pela casa. Não parei. Era a minha arma. Respirei fundo porque, bem lá no fuuundo, eu sabia “quem” estava por trás disso tudo. Sei que “ela” anda solta por aí ainda. Maldita! Maldita! Mil vezes maldita!!!!
Após tudo pronto, aspergi essência de capim-limão em todos os ambientes da casa. Acredite ou não, esse aroma me faz bem. Sentei e ouvi minhas músicas com os olhos fechados, mas foi por pouco tempo. Se eu ficasse um pouco mais, “ela” iria apoderar-se do meu corpo. Deus me livre!
Pensando bem, só havia um jeito de afastar a maldita de perto de mim: escrever,escrever, escrever. E cá estou.
Faço tudo isso sem permitir que o cérebro me comande. Eu não sei de onde tiro essa força. Talvez a minha velha alegria combata tudo isso por mim a pedido de Deus. É uma luta interna muito grande.
Até à noite, eu sei que estarei entre o sorrir e o chorar. Sei também que estou sempre armada para a batalha.
Pode vir com tudo, maldita depressão; você não resiste ao sorriso que Deus estampou no meu rosto desde que eu estava no ventre da minha mãe!
Voltei para casa com o cabelo e sobrancelha feitos e ainda pensativa. Resolvi ocupar-me dos afazeres da casa, coloquei minhas músicas preferidas para tocar num tom um pouco mais alto do que o normal para minha audição. Num determinado momento, senti uma angústia no peito e meu corpo tremer, mas continuei com aspirador de pó em punho pela casa. Não parei. Era a minha arma. Respirei fundo porque, bem lá no fuuundo, eu sabia “quem” estava por trás disso tudo. Sei que “ela” anda solta por aí ainda. Maldita! Maldita! Mil vezes maldita!!!!
Após tudo pronto, aspergi essência de capim-limão em todos os ambientes da casa. Acredite ou não, esse aroma me faz bem. Sentei e ouvi minhas músicas com os olhos fechados, mas foi por pouco tempo. Se eu ficasse um pouco mais, “ela” iria apoderar-se do meu corpo. Deus me livre!
Pensando bem, só havia um jeito de afastar a maldita de perto de mim: escrever,escrever, escrever. E cá estou.
Faço tudo isso sem permitir que o cérebro me comande. Eu não sei de onde tiro essa força. Talvez a minha velha alegria combata tudo isso por mim a pedido de Deus. É uma luta interna muito grande.
Até à noite, eu sei que estarei entre o sorrir e o chorar. Sei também que estou sempre armada para a batalha.
Pode vir com tudo, maldita depressão; você não resiste ao sorriso que Deus estampou no meu rosto desde que eu estava no ventre da minha mãe!









