Na mão, surge a
espada
Mas a boca emudece.
Estremece a Voz que
não se cala
E na mão que sempre
afaga,
O silêncio e a espera
se aliam.
Declaro uma ferrenha
guerra comigo.
É como separar
A prata do ouro
escondido.
Com o clamor sempre
contido
Ainda pergunto:
E se foi o escolhido?

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