Visão Noturna
Vou lá embriagar-me com o carinho do meu aconchego.
No silêncio das paredes,
A madrugada é gelada e já vem outro dia.
Alguém para conversar? Não quero.
Quero encostar a minha cabeça no colo da calada madrugada,
cobrir-me com a doce solidão.
Ressono ao som dos galhos secos em meu telhado.
É assim que me aqueço
É assim que durmo no meu presente.
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