sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Falta o sono


A madrugada conforta a minha criatividade e atiça os meus pensamentos. Se o sono não vem, penso, escrevo, penso.


Atento faz campanha de caça ao gerundismo



A empresa de contact center Atento Brasil lançou mais uma campanha de ''Caça ao Gerundismo'' para teleoperadores da unidade na Praça da República, zona central de São Paulo. A campanha começa com uma aula de Português e culmina com o dia ''D'', quando os atendentes conhecem os ''caçadores do gerundismo'', numa encenação que utiliza elementos lúdicos para ensiná-los. Desde o ano passado, a empresa vem implementando um programa que visa a combater o uso excessivo do gerúndio em suas unidades de operação.

Gerundismo

Está na hora de alguém fazer alguma coisa!! A praga do gerundismo contamina o Brasil.


Odeio Call Center

Infelizmente, atendentes de call center (a maioria) empregam o português incorretamente e sofrem de um nervosismo absurdo. Um deles, antes que eu concluísse, desligou. Outro alterou-se sem motivo. O que fazer com essa turma? Já ouvi as expressões:' a senhora pode estar anotando o nº de protocolo?'; ' a senhora pode reiniciar novamente o seu equipamento'.


Queda



Queda

Um dia eu voei alto
Cansei
Tentei voar e voar de novo
Pousei
Podaram as minhas asas
Caí.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Visão Noturna



Vou lá embriagar-me com o carinho do meu aconchego.
No silêncio das paredes,
A madrugada é gelada e já vem outro dia. 
Alguém para conversar? Não quero.
Quero encostar a minha cabeça no colo da calada madrugada,
cobrir-me com a doce solidão.
Ressono ao som dos galhos secos em meu telhado.
É assim que me aqueço
É assim que durmo no meu presente.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

De sonhos e Mistérios ( Clinio Amaral)



Tudo o que um dia sonhei
Pra preencher o vazio
Destilada das nuvens, uma estrela cadente
Apareceu como em sonho e amortizou o veneno
Que me lançava a solidão
Que condenava-me ao ermo

Agora que tenho você
Conheço todo o mistério
Que envolve os amantes e diz respeito aos ciganos
Que tem no amor o encanto e move os nossos desejos
Que aflora de nossa intenção
Que mora na nossa canção.


Ilustração: Bruno Borges

Deixa eu falar: Clínio Amaral é minha carne, meu sangue, meu irmão. O poema foi musicado por ele mesmo. Pena que não consegui salvar o áudio aqui, mas vou dar outro jeito de postar porque a música é linda e aconchegante. A ilustração é do meu sobrinho (primogênito), Bruno Borges, que empresta o seu talento no Brasil e exterior.