Nunca Aprendo
Não é a idade.
Sou frágil,
Não vivo.
Sobrevivo aos ataques invisíveis
Sobrevivo ao amor, ao descaso, ao silêncio.
O lixeiro nunca carrega a decepção que deixo no portão.
Um dia, eu levarei ao
lixão,
mas sei que, até lá,
vai feder e impregnar o ar.