Poema
para Janaína
Dançam
os pés da bailarina.
O corpo flutua
no éter da existência.
As mãos repousam
no veludo das rosas.
Ouve, bailarina,
o lamento da cotovia.
Rodopia, rodopia...
voltou a cantar
a triste cotovia.
no éter da existência.
As mãos repousam
no veludo das rosas.
Ouve, bailarina,
o lamento da cotovia.
Rodopia, rodopia...
voltou a cantar
a triste cotovia.

Nenhum comentário:
Postar um comentário