quinta-feira, 9 de agosto de 2012


Poema para Janaína


Dançam os pés da bailarina.
O corpo flutua
no éter da existência.
As mãos repousam
no veludo das rosas.
Ouve, bailarina,
o lamento da cotovia.
Rodopia, rodopia...
voltou a cantar
a triste cotovia.

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