Sou uma pluma diante de um sopro.
Pelas correntezas de ar, deixo Deus guiar o meu entendimento.
Voo, voo...plaino, plaino...
Caio sempre em Suas mãos.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
Inocências
Daqui vejo as folhas
Correndo no rastro do vento
Pelos cantos do quintal.
O cheiro da poeira molhada
Lembra as correrias na roça.
Ah! Se um dia eu voltasse
E colocasse os meus pés naquela terra.
Eu juro que não sairia mais dela.
Era lá que eu tomava bom café
Na caneca de alumínio.
Era lá onde o futuro
Eu não sabia o que significava.
Correndo no rastro do vento
Pelos cantos do quintal.
O cheiro da poeira molhada
Lembra as correrias na roça.
Ah! Se um dia eu voltasse
E colocasse os meus pés naquela terra.
Eu juro que não sairia mais dela.
Era lá que eu tomava bom café
Na caneca de alumínio.
Era lá onde o futuro
Eu não sabia o que significava.
Do Poeta
"Ela quando se vai, leva a calma da casa e deixa sem vontade de voar as gaivotas que ela insiste em dizer que tenho no coração" (Fernando Leite)
O que fazer...
O amor está lá, parado
Enfrenta a chuva e o vento
Se recolho,
É certo que me furtem.
Se dispenso,
Fico na chuva e no tempo.
Enfrenta a chuva e o vento
Se recolho,
É certo que me furtem.
Se dispenso,
Fico na chuva e no tempo.
Chove, chuva!
Cai chuva boa que não é garoa. É chuva pra valer.
Chuva forte que varre calçada, que canta no telhado
Chuva que traz o ventinho gelado que acalenta a nossa noite.
É boa a hora de dormir.
Chuva forte que varre calçada, que canta no telhado
Chuva que traz o ventinho gelado que acalenta a nossa noite.
É boa a hora de dormir.
Visão
Quem dera abrir a minha janela, nesta primavera, e dar de cara com amores perfeitos, achados, esquecidos e longínquos. A primavera exerce um poder mágico de nostalgia em mim.
Acalanto
O seu amor nostálgico
Não me deixa envelhecer.
A dor afiada no peito,
Que ressuscita a insana saudade,
Cria risadas em palavras.
É por você
Que em meus dedos brotam os poemas
É você, que nos silêncios noturnos,
Sopra palavras aos meu ouvidos
E eu me obrigo
A transformar nas mágicas letras poéticas.
Não me deixa envelhecer.
A dor afiada no peito,
Que ressuscita a insana saudade,
Cria risadas em palavras.
É por você
Que em meus dedos brotam os poemas
É você, que nos silêncios noturnos,
Sopra palavras aos meu ouvidos
E eu me obrigo
A transformar nas mágicas letras poéticas.
Vigia
Uma faísca de saudade pode aumentar a labareda de um amor que teima em não dormir. Fica lá, imponente e alerta a qualquer chamado.
Roda de amigos
Eu sou uma fã incondicional das altas e gostosas gargalhadas,
daquelas que doem até a barriga,
das gargalhadas noturnas ao redor da mesa,
das gargalhadas com um cheiro de café fraternal.
daquelas que doem até a barriga,
das gargalhadas noturnas ao redor da mesa,
das gargalhadas com um cheiro de café fraternal.
Amanheceu
O riso dispersa a bruma
E amansa a noite.
Quero dormir,
Mas o seu encanto
É como acalanto disfarçado
Em sonoras quietas notas.
Petrificada,
Ouço
O brado galanteio noturno.
Acordo...
Vou andando e pensando
Que a escuridão foi dissipada
E aspiro
O cheiro da rosa que encanta a aurora.
E amansa a noite.
Quero dormir,
Mas o seu encanto
É como acalanto disfarçado
Em sonoras quietas notas.
Petrificada,
Ouço
O brado galanteio noturno.
Acordo...
Vou andando e pensando
Que a escuridão foi dissipada
E aspiro
O cheiro da rosa que encanta a aurora.
Frase
A minha saudade é serena, não incomoda. Pelo contrário, aprendeu a acomodar-se com o passar dos anos.
(Jane Amaral)
(Jane Amaral)
Encantadora de amores
Eu tenho uma rival que insiste em atravessar o meu caminho. Ela chega sorrateiramente, é cruel, maldita, mortal. Vez ou outra ataca e rouba pessoas de mim. Quantos amores meus cederam ao seu encanto, ao seu silêncio, à sua escuridão disfarçada e ao seu canto melodioso e hipnótico! Quantas vezes eu já arranquei pessoas de seus braços, mas ela sempre volta e as arranca de novo e de novo de mim. Ela cria um mundo solitário e não me deixa tocar; cria barreiras e sou esquecida. Ah, maldita depressão, até quando terei que lutar para que solte os amores que roubaste de mim? Até quando...até quando...
AMAReleceu
Num momento sinto-me sol,
Noutro sinto-me neblina
Junto o par na minha memória
Penso e penso
Que o sol é dominante,
dissipa a fumaceira
E forma o amarelo colorido.
O sol, de maneira absoluta,
Ilumina e aviva a minha mente adormecida.
Noutro sinto-me neblina
Junto o par na minha memória
Penso e penso
Que o sol é dominante,
dissipa a fumaceira
E forma o amarelo colorido.
O sol, de maneira absoluta,
Ilumina e aviva a minha mente adormecida.
Afnidades
"Os opostos se atraem, mas o que faz perdurar os relacionamentos são as afinidades." As diferenças podem combinar num primeiro encontro, mas não são perenes. As afinidades vão surgindo com o tempo. Sentiu falta da palavra amor? Creia que é mais raro que flor azul no deserto. Ele vai surgir lá pelos 7, 10 anos de convivência. Achou muito? É isso mesmo. Não pense que o amor já chega "chegando". Isso não é amor, é paixão desvairada. O amor é longânimo, é paciente e duro como rocha. Você saberá distinguir isso.
Quer?
Quietinha no meu cantinho, planto e colho a paz das promessas de Deus. Não incomodo os que não querem ser incomodados e participo do silêncio dos que querem silenciar. Aceite uma sementinha, por favor.
Gaivotas
Vai dar certo
Vou ver o mar
Vou ver as espumas peraltas
deitando nas areias.
Vou ver o horizonte
no infinito com o céu.
Vai dar certo
Vou ver o mar.
Vou ver o mar
Vou ver as espumas peraltas
deitando nas areias.
Vou ver o horizonte
no infinito com o céu.
Vai dar certo
Vou ver o mar.
Fluxo
Meti a mão na terra,
Andei com pés descalços,
Vi o mar.
Fechei os olhos e
Senti o seu perfume nas ondas.
O meu amor
É como areia espumante
E, antes que as bolhas sequem,
Outra onda vem para regar.
O meu amor
Não sabe o que é sequidão.
(e nunca saberá)
Andei com pés descalços,
Vi o mar.
Fechei os olhos e
Senti o seu perfume nas ondas.
O meu amor
É como areia espumante
E, antes que as bolhas sequem,
Outra onda vem para regar.
O meu amor
Não sabe o que é sequidão.
(e nunca saberá)
Laçante
Estaremos sempre ligados; ora pelas letras, pela poesia, ora pelas lembranças. Mas há um laço maior de todos; aquele que guardamos no íntimo, lá nas profundezas do nosso ser. O laço que, vez ou outra, tentamos desatar e nunca conseguimos. Junto dele há uma palavra inesquecível: SEMPRE. Sempre te amo...sempre tudo.
Copacabana
Vou te ver outra vez
Quem sabe...
Vou fazer ecoar
O nosso amor pelas marés
Vou contornar suas curvas claras e negras
Vou fechar os olhos
E ver passar
A sua mansa beleza.
Não quero a rapidez
Do dia e semana.
Vou te ver outra vez, Copacabana.
(Jane Amaral)
Quem sabe...
Vou fazer ecoar
O nosso amor pelas marés
Vou contornar suas curvas claras e negras
Vou fechar os olhos
E ver passar
A sua mansa beleza.
Não quero a rapidez
Do dia e semana.
Vou te ver outra vez, Copacabana.
(Jane Amaral)
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