domingo, 14 de dezembro de 2014

Inocências

Daqui vejo as folhas
Correndo no rastro do vento
Pelos cantos do quintal.
O cheiro da poeira molhada
Lembra as correrias na roça.
Ah! Se um dia eu voltasse
E colocasse os meus pés naquela terra.
Eu juro que não sairia mais dela.
Era lá que eu tomava bom café
Na caneca de alumínio.
Era lá onde o futuro
Eu não sabia o que significava.



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