Voltei!!!!
Desde agosto estou afastada do meu amado blog. Sinto falta do contato com as palavras, do contato com a Poesia. Esta é a minha sina; escrever, falar e até mesmo rir das minhas próprias obras. Assim sou eu, espectadora de mim mesma. Solicito o seu "de acordo" para continuar neste espaço virtual. Até breve!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
O tempo sempre foi fugaz (tempus fugiti), mas a impressão é a de que hoje o tempo possui menos de 24 horas e a Terra está girando cada vez mais rápido.
Nessa era da informaçao veloz, nada justifica o sumiço da gentileza do nosso cotidiano. Dizemos que não temos tempo para certas coisas, mas o tempo é a gente que administra e nao deve ser o contrário. Passamos horas à frente da TV ou do PC e não tiramos tempo tempo para agradecer um convite ou um favor recebido.
E assim vamos nos tornando mau-humorados, frios, insensíveis... esperamos gentileza das pessoas, mas nao fazemos a nossa parte.
Expressões como "Muito obrigado", "por favor", "você está fazendo um ótimo trabalho", "bom dia", "boa tarde", "desculpe", estão virando raridade.
Pratiquemos a gentileza, é de graça e as pessoas ao nosso redor nao só agradecerão, como irão retribuir e estaremos formando uma corrente positiva e generosa.
Clinio Amaral
Deixa eu falar:(Clinio Amaral é meu irmão)
Verdade nua e crua, irmão. Eu ando prestando atenção na" ligeireza" do tempo. Vejo tb que as pessoas não pedem mais licença, não agradecem, olham para o semelhante com olhar de ódio e tals. Às vezes me dou o flagrante desta estupidez. Pratiquemos o "Gentileza gera Gentileza". Bem lembrado. Tenho um adesivo desse no meu carro.
Nessa era da informaçao veloz, nada justifica o sumiço da gentileza do nosso cotidiano. Dizemos que não temos tempo para certas coisas, mas o tempo é a gente que administra e nao deve ser o contrário. Passamos horas à frente da TV ou do PC e não tiramos tempo tempo para agradecer um convite ou um favor recebido.
E assim vamos nos tornando mau-humorados, frios, insensíveis... esperamos gentileza das pessoas, mas nao fazemos a nossa parte.
Expressões como "Muito obrigado", "por favor", "você está fazendo um ótimo trabalho", "bom dia", "boa tarde", "desculpe", estão virando raridade.
Pratiquemos a gentileza, é de graça e as pessoas ao nosso redor nao só agradecerão, como irão retribuir e estaremos formando uma corrente positiva e generosa.
Clinio Amaral
Deixa eu falar:(Clinio Amaral é meu irmão)
Verdade nua e crua, irmão. Eu ando prestando atenção na" ligeireza" do tempo. Vejo tb que as pessoas não pedem mais licença, não agradecem, olham para o semelhante com olhar de ódio e tals. Às vezes me dou o flagrante desta estupidez. Pratiquemos o "Gentileza gera Gentileza". Bem lembrado. Tenho um adesivo desse no meu carro.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Angústia
O silêncio e desprezo
angustiam.
Recuso o desamor
Que a depressão causa.
Nosso calor condensando,
Evaporando com o nada
Já não me faz anoitecer
Sob a penumbra da aura.
Emudeceram sua voz,
Ensurdeceram minha audição.
Suas letras não leio mais.
Diga-me...
Em qual estrela
Escondeu o nosso Anjo?
terça-feira, 14 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Do Muito e do Pouco
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
É muito quadro pr'uma parede
É muita tinta pr'um só pincel
É pouca água pra muita sede
Muita cabeça pr'um só chapéu
Muita cachaça pra pouco leite
Muito deleite pra pouca dor
É muito feio pra ser enfeite
Muito defeito pra ser amor
É muita rede pra pouco peixe
Muito veneno pra se matar
Muitos pedidos pra que se deixe
Muitos humanos a proliferar
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
É muito quadro pr'uma parede
É muita tinta pr'um só pincel
É pouca água pra muita sede
Muita cabeça pr'um só chapéu
Muita cachaça pra pouco leite
Muito deleite pra pouca dor
É muito feio pra ser enfeite
Muito defeito pra ser amor
É muita rede pra pouco peixe
Muito veneno pra se matar
Muitos pedidos pra que se deixe
Muitos humanos a proliferar
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
Oswaldo Montenegro - Zé Ramalho
Imagine quem tem os dois
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
É muito quadro pr'uma parede
É muita tinta pr'um só pincel
É pouca água pra muita sede
Muita cabeça pr'um só chapéu
Muita cachaça pra pouco leite
Muito deleite pra pouca dor
É muito feio pra ser enfeite
Muito defeito pra ser amor
É muita rede pra pouco peixe
Muito veneno pra se matar
Muitos pedidos pra que se deixe
Muitos humanos a proliferar
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
É muito quadro pr'uma parede
É muita tinta pr'um só pincel
É pouca água pra muita sede
Muita cabeça pr'um só chapéu
Muita cachaça pra pouco leite
Muito deleite pra pouca dor
É muito feio pra ser enfeite
Muito defeito pra ser amor
É muita rede pra pouco peixe
Muito veneno pra se matar
Muitos pedidos pra que se deixe
Muitos humanos a proliferar
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
Se em terra de cego quem tem um olho é rei
Imagine quem tem os dois
Oswaldo Montenegro - Zé Ramalho
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Salve a insana loucura!!
O mundo está completamente louco. É loucura pra tudo quanto
é lado.
Eu já sei que estou ficando louca também, porque já não
entendo mais o que as pessoas querem falar. Já não entendo mais sangue do meu
próprio sangue. Não entendo porque fazemos juras de amor e depois desconjuramos.
Não entendo meu próprio passado.
A loucura é tanta que nos fazem de palhaços.
Eu não digo cruz credo nem peço que Deus me livre deste mal
porque preciso estar assim para entrar no imenso universo de loucura, que já é
a realidade de muitos.
Neste momento, já estou pulando o muro para o lado da
insanidade.
terça-feira, 24 de julho de 2012
GENTILEZA
(Marisa Monte)
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta.
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca
Nos que passamos apresados
Pelas ruas da cidade merecemos
Ler as letras e as palavras de gentileza
Por isso eu pergunto
A você do mundo
Se é mais inteligente
Livro ou sabedoria.
O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o profeta.
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca
Por isso eu pergunto
A você do mundo
Se é mais inteligente
Livro ou sabedoria.
O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o profeta.
(Marisa Monte)
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta.
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca
Nos que passamos apresados
Pelas ruas da cidade merecemos
Ler as letras e as palavras de gentileza
Por isso eu pergunto
A você do mundo
Se é mais inteligente
Livro ou sabedoria.
O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o profeta.
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca
Por isso eu pergunto
A você do mundo
Se é mais inteligente
Livro ou sabedoria.
O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o profeta.
domingo, 22 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Espaço Vinicius de Moraes
O marimbondo
Marimbondo furibundo
Vai mordendo meio mundo
Cuidado com o marimbondo
Que esse bicho morde fundo!
— Eta bicho danado!
Marimbondô
De chocolat
Saia daqui
Sem me morder
Senão eu dou
Uma paulada
Bem na cabeça
De você.
— Eta bicho danado!
Marimbondo . . . nem te ligo!
Voou e veio me espiar bem na minha cara . . .
— Eta bicho danado!
#############################################################
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
O marimbondo
Marimbondo furibundo
Vai mordendo meio mundo
Cuidado com o marimbondo
Que esse bicho morde fundo!
— Eta bicho danado!
Marimbondô
De chocolat
Saia daqui
Sem me morder
Senão eu dou
Uma paulada
Bem na cabeça
De você.
— Eta bicho danado!
Marimbondo . . . nem te ligo!
Voou e veio me espiar bem na minha cara . . .
— Eta bicho danado!
#############################################################
Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
#############################################################
Dialética
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
###########################################################
A casa
Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero.
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero.
Deixa eu falar: esse dispensa apresentações...ou não?
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Tudo sobre o CHATO:
- "Justiça seja feita. Todo CHATO tem cara de CHATO";
- É aquele que conversa com você, tocando a todo momento em seu braço;
- Faz do mural do facebook, um boteco onde mostra toda a sua crise existencial ou um diário em que diz "partindo para o trampo","no ônibus com a galera...";
- "Quando está com tosse não vai ao médico. Vai ao teatro";
- O pior do CHATO é pensar que os outros nunca têm pressa;
- No trabalho: faz a mesma pergunta diversas vezes ao dia e ainda ri;
- É aquele que interrompe uma boa conversa só para perguntar: "vocês assistiram o tal programa de ontem na tv?";
- "Ele não sabe conversar andando". Para a todo momento e VOCÊ TEM QUE parar para dar atenção;
- Enfim:
" Cada indivíduo tem o CHATO que merece. É impossível chatear um CHATO. Dois CHATOS da mesma espécie não se CHATEIAM."
- "Justiça seja feita. Todo CHATO tem cara de CHATO";
- É aquele que conversa com você, tocando a todo momento em seu braço;
- Faz do mural do facebook, um boteco onde mostra toda a sua crise existencial ou um diário em que diz "partindo para o trampo","no ônibus com a galera...";
- "Quando está com tosse não vai ao médico. Vai ao teatro";
- O pior do CHATO é pensar que os outros nunca têm pressa;
- No trabalho: faz a mesma pergunta diversas vezes ao dia e ainda ri;
- É aquele que interrompe uma boa conversa só para perguntar: "vocês assistiram o tal programa de ontem na tv?";
- "Ele não sabe conversar andando". Para a todo momento e VOCÊ TEM QUE parar para dar atenção;
- Enfim:
" Cada indivíduo tem o CHATO que merece. É impossível chatear um CHATO. Dois CHATOS da mesma espécie não se CHATEIAM."
O Chato (Oswaldo Montenegro)
Ah, todo chato é bonzinho
nunca nos faz nenhum mal.
Ah, todo chato é calminho
como se faltasse sal.
Ah, todo chato te conta
aonde passou o Natal
e sempre te dá um dica
de onde ir no carnaval.
Ah, todo chato cutuca
pra você prestar atenção,
chama cabeça de cuca
e arranha um violão.
Diz que inventou uma música
e toca as seiscentas que fez
e quando você abre a boca e boceja
ele toca tudinho outra vez.
Ah, todo chato é gosmento
mas não há como evitar.
Eu sou um chato e meu Deus não me aguento
só me tacando no mar.
Deixa eu falar: como diz o próprio autor, "o chato tem uma ingenuidade perene"
domingo, 15 de julho de 2012
O
que fazer se sou transparente demais?
Eu estava pensado, “aqui com os meu butões”,
sobre o fato de ser uma pessoa que deixa transparecer tudo o que tem dentro de
mim. Até parece que vivo no interior de uma cabine de raio X, 365 dias por ano,
onde todos podem assistir a tudo o que sinto. Isso não me incomoda, de jeito
nenhum. Eu não nasci para viver somente para mim. Eu não consigo esconder
nenhuma de minhas emoções.
Eu já fiquei feliz ao comprar um carro. Todos
presenciaram.
Eu já chorei por doença na família, por perda
de um ente querido. Todos presenciaram.
Eu já amei novos e velhos amores. Todos
presenciaram.
Eu já vivi a vida de outras pessoas. Todos
presenciaram.
Este ano, eu já oscilei entre felicidade
esfuziante, choro noturno, sorriso matinal e depressão maldita. Todos
presenciaram.
Eu fiquei frustrada ao tentar colocar um
passado no presente. Todos presenciaram.
Agora, tentarei colocar cada tempo verbal em
seu tempo: pretérito passado- ontem; presente do indicativo- hoje; futuro do
presente- amanhã.
Confesso que ainda sou e estou nostálgica de
um passado muito, muito longínquo.
Hoje, o meu coração, de tanto amar, tornou-se
transparente. Muitos podem ver, mas somente EU posso sentir.
sábado, 14 de julho de 2012
Ressuscitando o poeta
Em
meu coração surge uma sinfonia
Ao escrever a letra dessa canção
Injeto um vírus que contagia
Em todo tipo de situação
Com o intuito de levantar o morto do sepulcro
Sem a menor pretensão
De conseguir algum lucro
E sim com boa intenção
Ressuscitar o morto da sepultura
Para com uma nova instrução
Ele crie versos e amplie sua escritura
Ao escrever a letra dessa canção
Injeto um vírus que contagia
A alma que de antemão
Possuem a mente atlética
E correndo as milhas da
inspiração
Faz muita frase poética
Em todo tipo de situação
Com o intuito de levantar o morto do sepulcro
Sem a menor pretensão
De conseguir algum lucro
E sim com boa intenção
Ressuscitar o morto da sepultura
Para com uma nova instrução
Ele crie versos e amplie sua escritura
(Fernando Paixão)
Deixa eu falar: Recebi este poema por e-mail. Fernando Paixão "coroa" com suas obras outros sites e, agora, tenho a honra de replicar neste meu humilde espaço uma de suas poesias, lembrando que não se deve deixar um Poema e seu autor perecerem. Obrigada, Fernando.
Senhor Deus
Peço que repouse Suas Mãos curadoras,
Salve a inocência.
Fui egoísta, suplicando clemência
No meu turbilhão de tormentos.
Se possível, Deus
Esqueça do meu próprio clamor
Atente os Seus santos ouvidos
Às súplicas que hoje faço
Por este inocente.
Amém e amém.
Deixa eu falar: o meu sobrinho, Martim Gabriel, 11 anos, está internado no Hospital Plantadores de Cana, em Campos-RJ. Ele é paciente renal e a cirurgia para o transplante está marcada para 31.07.2012. Caso continue internado, a cirurgia será adiada para setembro. Resta-nos orar sem cessar.
Peço que repouse Suas Mãos curadoras,
Salve a inocência.
Fui egoísta, suplicando clemência
No meu turbilhão de tormentos.
Se possível, Deus
Esqueça do meu próprio clamor
Atente os Seus santos ouvidos
Às súplicas que hoje faço
Por este inocente.
Amém e amém.
Deixa eu falar: o meu sobrinho, Martim Gabriel, 11 anos, está internado no Hospital Plantadores de Cana, em Campos-RJ. Ele é paciente renal e a cirurgia para o transplante está marcada para 31.07.2012. Caso continue internado, a cirurgia será adiada para setembro. Resta-nos orar sem cessar.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Saudades de Campos
Desde que comecei a escrever, tornei-me uma viciada incurável. Para isso, não há reza forte que dê jeito e não adianta "joelho no chão, jejum e oração".
Escrever é um modo de amenizar a falta que sinto das minhas raízes.
Tornei-me curitibana? Não sei.
O silêncio aqui é ensurdecedor. Porém, apaziguador.
Os dias e noites gelados são cruéis para a solidão.
Sou uma campista com saudade de gente campista.Por aqui, tento saciar um pouco desse sentimento que não sei explicar e que não há nem tradução em outros idiomas.
Fale-me se, um mesmo beija-flor, seria capaz de polinizar jardins campistas e curitibanos num só dia.
Fale-me se, em Curitiba, os aromas das flores (do branco ao lilás) chegam ao Céu de Manacá.
Desde que comecei a escrever, tornei-me uma viciada incurável. Para isso, não há reza forte que dê jeito e não adianta "joelho no chão, jejum e oração".
Escrever é um modo de amenizar a falta que sinto das minhas raízes.
Tornei-me curitibana? Não sei.
O silêncio aqui é ensurdecedor. Porém, apaziguador.
Os dias e noites gelados são cruéis para a solidão.
Sou uma campista com saudade de gente campista.Por aqui, tento saciar um pouco desse sentimento que não sei explicar e que não há nem tradução em outros idiomas.
Fale-me se, um mesmo beija-flor, seria capaz de polinizar jardins campistas e curitibanos num só dia.
Fale-me se, em Curitiba, os aromas das flores (do branco ao lilás) chegam ao Céu de Manacá.
terça-feira, 10 de julho de 2012
ESPAÇO HELENA KOLODY
ESTRELA
Que Estrela sumiu no horizonte?
Que fonte secou?
O que morreu em mim?
A Poesia me deixou.
PRANTO
Às vezes soluço em mim,
Como se pranteia alguém
Que há muito deixou de existir.
SAUDADES
Um sabiá cantou
Longe, dançou o arvoredo.
Choveram saudades.
SEM POESIA
Que fonte secou?
Que sol se apagou em mim?
Fugiu-me a Poesia
PEQUENOS MOTIVOS
Súbitos silêncios,
Palavras inesperadas,
Geram decisões.
PARA NÃO TE ESQUECER
Ontem, vi alguém
Que tinha os seus olhos
E voltei a sofrer.
Era como se os tivesse deixado
Deste lado
Para eu não te esquecer
NUNCA E SEMPRE
Sempre cheguei tarde ou cedo demais.
Não vi a felicidade acontecer.
Nunca floresceram
Em minha primavera
As rosas que sonhei colher.
Mas, sempre os passarinhos
Cantaram
E fizeram ninhos
Pelos beirais do meu viver.
HELENA KOLODY (1912 — 2004). Nasceu em Cruz Machado (PR), em 12 de outubro de 1912, e faleceu em Curitiba (PR), em 15 de fevereiro de 2004.
ESTRELA
Que Estrela sumiu no horizonte?
Que fonte secou?
O que morreu em mim?
A Poesia me deixou.
PRANTO
Às vezes soluço em mim,
Como se pranteia alguém
Que há muito deixou de existir.
SAUDADES
Um sabiá cantou
Longe, dançou o arvoredo.
Choveram saudades.
SEM POESIA
Que fonte secou?
Que sol se apagou em mim?
Fugiu-me a Poesia
PEQUENOS MOTIVOS
Súbitos silêncios,
Palavras inesperadas,
Geram decisões.
PARA NÃO TE ESQUECER
Ontem, vi alguém
Que tinha os seus olhos
E voltei a sofrer.
Era como se os tivesse deixado
Deste lado
Para eu não te esquecer
NUNCA E SEMPRE
Sempre cheguei tarde ou cedo demais.
Não vi a felicidade acontecer.
Nunca floresceram
Em minha primavera
As rosas que sonhei colher.
Mas, sempre os passarinhos
Cantaram
E fizeram ninhos
Pelos beirais do meu viver.
HELENA KOLODY (1912 — 2004). Nasceu em Cruz Machado (PR), em 12 de outubro de 1912, e faleceu em Curitiba (PR), em 15 de fevereiro de 2004.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Inscrições abertas para o Prêmio Paraná de Literatura 2012
Em sua primeira edição, o concurso vai selecionar livros inéditos, de autores de todo o País, nas categorias romance, contos e poesia
A Secretaria da Cultura do Paraná, por meio da Biblioteca Pública do Paraná, lança o Prêmio Paraná de Literatura 2012. Em sua primeira edição, o concurso vai selecionar livros inéditos, de autores de todo o País, em três categorias que homenageiam figuras importantes da literatura paranaense: Romance (prêmio Manoel Carlos Karam), Contos (prêmio Newton Sampaio) e Poesia (prêmio Helena Kolody).
O vencedor de cada categoria receberá R$ 40 mil e terá sua obra publicada pela Biblioteca Pública do Paraná, com tiragem de mil exemplares. Os premiados também receberão 100 cópias de seus livros. As obras concorrentes serão avaliadas por uma comissão julgadora formada por um presidente e nove membros (três em cada categoria).
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 31 de agosto deste ano. O resultado será divulgado na primeira quinzena de dezembro. O edital do Prêmio Paraná de Literatura 2012 está disponível nos sites da Secretaria de Estado da Cultura e da Biblioteca Pública do Paraná.
O vencedor de cada categoria receberá R$ 40 mil e terá sua obra publicada pela Biblioteca Pública do Paraná, com tiragem de mil exemplares. Os premiados também receberão 100 cópias de seus livros. As obras concorrentes serão avaliadas por uma comissão julgadora formada por um presidente e nove membros (três em cada categoria).
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 31 de agosto deste ano. O resultado será divulgado na primeira quinzena de dezembro. O edital do Prêmio Paraná de Literatura 2012 está disponível nos sites da Secretaria de Estado da Cultura e da Biblioteca Pública do Paraná.
Fonte: BPP
Deixa eu falar: Irei arriscar a inscrição. " Quem não arrisca não petisca"
Deixa eu falar: Irei arriscar a inscrição. " Quem não arrisca não petisca"
RUBENS FIGUEIREDO É O QUINTO CONVIDADO DO PROJETO "UM ESCRITOR NA BIBLIOTECA"
O premiado escritor e tradutor carioca Rubens Figueiredo é o convidado de julho do projeto "Um escritor na Biblioteca". O encontro acontece no dia 17 de julho, às 19 horas, no Auditório Paul Garfunkel da Biblioteca Pública do Paraná. A mediação do papo será feita pelo escritor e jornalista Luís Henrique Pellanda.
Rubens Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro em 1956. Formado em letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro, é professor de tradução literária. Seu livro de contos As palavras secretas ganhou o Prêmio Jabuti em 1998, enquanto seu mais recente romance, O passageiro do fim do dia, venceu os prêmios Portugal Telecom e São Paulo de Literatura, todos em 2011.
Além de ficcionista, Figueiredo é reconhecido por seu trabalho como tradutor, principalmente da literatura de língua inglesa e russa. Já traduziu mais de 40 obras, com destaque para as primeiras traduções diretamente do russo lançadas no Brasil das obras-primas de Leon Tolstói, Anna Karienina e Guerra e paz, pela editora Cosac Naify.
Figueiredo é o quinto convidado do projeto neste ano, que já trouxe Fernando Morais, Joca Terron, Domingos Pellegrini e Lourenço Mutarelli. Retomado em 2011, "Um escritor na Biblioteca" é uma reedição do projeto homônimi de literatura da BPP. A TV E-Paraná grava e transmite os eventos em sua grade de programação. O próximo encontro está marcado para o dia 14 de agosto, com o escritor Luiz Vilela.
Serviço
Um Escritor na Biblioteca - Rubens Figueiredo
Data : 17 de julho ( terça-feira)
Horário : 19h.
Local : Auditório Paul Garfunkel, no segundo andar da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba-PR)
Mais informações : (41) 3221-4900
Entrada Franca
Rubens Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro em 1956. Formado em letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro, é professor de tradução literária. Seu livro de contos As palavras secretas ganhou o Prêmio Jabuti em 1998, enquanto seu mais recente romance, O passageiro do fim do dia, venceu os prêmios Portugal Telecom e São Paulo de Literatura, todos em 2011.
Além de ficcionista, Figueiredo é reconhecido por seu trabalho como tradutor, principalmente da literatura de língua inglesa e russa. Já traduziu mais de 40 obras, com destaque para as primeiras traduções diretamente do russo lançadas no Brasil das obras-primas de Leon Tolstói, Anna Karienina e Guerra e paz, pela editora Cosac Naify.
Figueiredo é o quinto convidado do projeto neste ano, que já trouxe Fernando Morais, Joca Terron, Domingos Pellegrini e Lourenço Mutarelli. Retomado em 2011, "Um escritor na Biblioteca" é uma reedição do projeto homônimi de literatura da BPP. A TV E-Paraná grava e transmite os eventos em sua grade de programação. O próximo encontro está marcado para o dia 14 de agosto, com o escritor Luiz Vilela.
Serviço
Um Escritor na Biblioteca - Rubens Figueiredo
Data : 17 de julho ( terça-feira)
Horário : 19h.
Local : Auditório Paul Garfunkel, no segundo andar da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba-PR)
Mais informações : (41) 3221-4900
Entrada Franca
Lançado na FLIP¹ o livro " Sagrada Família " que Zuenir² , aos 81 anos, ousou ficcionar e escrever seu primeiro romance
"Já sabem do novo livro que Zuernir lançou na Flip desse ano: Sagrada Família? Aos 81 anos, ele ousa escrever sua primeira obra de ficção. Trata-se de um romamce de memória, em estilo rodriguiano. Acabei de lê- lo hj. Recebi o livro ontem pela submarino, onde está com preço promocional. Lá , encontrei Tia Alice, Tia Aurora, Tia Guida, Tio birinho( os avós do Laércio de "A Voz da Serra",Mamãe( Noca), Cocota(minha avó), Mana,Tia Aurora, Tia Sinhá (famosa pof\\ª D Ercília( que alfabetizou toda a família \ventura daquela época),Chichico, seu marido, Edwin e Lucas Wyatt, eu, José Carlos, Anna Carla, todos, é claro, com nomes fictícios ,e a maioria do enredo é ficção mesmo. Muito embora, eu ha mais ou menos uns quinze anos atrás, haja doado a ele subsídios da realidade cultural da Nova Friburgo dos anos quarenta, ele cria e recria num estilo até, na minha análise mais de Jorge Amado e prá Garcia (em Cem Anos de Solidão), do que propriamente num estilo Nelson Rodrigues. A gente ri muito, a gente chora muit!!!!!. Considerei o livro maravilhoso! Avise a sua mãe, ao Zé e a seus Recomende aos seus amigos e amigas quegostem de histórias picantes, escondidas e disfarçadas em comportamentos pseudo- éticos e preconceituosos daquela época que vivia , também , um momento político conturbado co a 2ª Guerra Mundial até a ditadura Vargas e seus efeitos danosos à cultura nacional.
Comprem logo, leiam logo. Nós, principalmente os friburguenses., precisamos trocar idéias por essa época que antecipou os anos dourados no Brasil! ..Bjks."
Anna Maria Siqueira por e-mail
1- Feira Literária Internacional de Paraty - RJ
2- Zuenir Carlos Ventura (Além Paraíba, 1 de junho de 1931) é um jornalista e escritor brasileiro. É colunista do jornal O Globo.Ganhou o Prêmio Jabuti em 1995, na categoria reportagem, pelo livro Cidade Partida.
Seu livro 1968: o Ano que Não Terminou serviu de inspiração para a minissérie Anos Rebeldes, produzida pela Rede Globo.
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